terça-feira, 27 de outubro de 2009

Um relógio de chocolate

O Xico acordou com a ideia de mostrar ao Mundo o seu relógio de chocolate, aquele que foi comprado no avião entre Sidney e Singapura, e que é a sua prenda de aniversário dos pais.

Aqui fica.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A maldição dos mamalogistas

Nem de cabeça para baixo ultrapassamos a maldição dos mamalogistas! Os inventários de mamíferos fazem-se sobretudo com vestigíos indirectos e animais mortos à beira da estrada! A 50 metros da nossa casa, em plena Liversidge Street, quando me dirigia para a biblioteca, encontrei um Common Brushtail Possum.

Há dias que víamos uns excrementos estranhos no patamar da entrada e já suspeitávamos que estes bichos andassem por aqui.

Preferíamos tê-lo fotografado nas árvores e mostrado assim, tal como está este que retirámos da internet.

domingo, 25 de outubro de 2009

Treino de harmónica

Chove e faz frio. O Xico faz o seu treino diário de harmónica.

Terceiro inventário ornitológico

Já é longa a lista de espécies de aves que temos conseguido observar. Aqui ficam mais 7, que se deixaram fotografar nas imediações do lago.


Darter, uma estranha espécie de corvo marinho

Eurasian Coot, um galeirão nosso conhecido


Masked Lapwing, directamente do teatro japonês!


White-faced Heron

Little Pied Cormorant

Australian White Ibis



Red-rumped Parrot

Domingo à tarde, no Museu

Por ser Domingo, o Campus está ainda mais sossegado. Não se vê vivalma. Só as grandes aves barulhentas continuam a frequentar as árvores e as relvas que se avistam da nossa grande janela da sala. Esta manhã, o céu cinzento ameaçava aguaceiros. Até ao almoço, ficamos em casa, a trabalhar. À tarde, partimos de bicicleta para o National Museum of Australia, a 5 minutos do apartamento.
O edifício é uma grande obra de arquitectura de vanguarda, datada de 2001. Ergue-se na extremidade da Peninsula de Acton, mesmo na margem do Lago. A sua silhueta compacta, de linhas ora rectas ora arredondadas, destaca-se na paisagem pelos materiais espelhados e as pinturas coloridas. É muito original.



No interior, depois de um filmezinho de apresentação, vimos demoradamente a primeira de 4 exposições, “Old New Land: our place, story place”: uma breve passagem pela história do território, a sua fauna, a sua flora e as actividades humanas que modelaram a paisagem actual (por exemplo, as introduções de espécies exóticas, o fogo, e o pastoreio).


No final, tomámos chá e comemos bolo de chocolate na cafetaria. E comprámos um chapéu-de-chuva de desdobrar (todo aos cangurus ;-)), pois iriamos precisar: na rua chovia bastante.

Com a nossa sorte de principiantes, fizemos o trajecto de regresso numa curtíssima aberta.

Um dia destes, voltaremos ao Museu para ver as exposições sobre os primeiros australianos e sobre a construção da Australia enquanto nação.